31.12.15

Healthy New Year!


2015 tem sido um ano especial. Apesar de trabalhar na Bimby há mais de 3 anos, foi em Abril deste ano que nasceu a Formiga Amiga, a forma que eu encontrei de estar ainda mais próxima dos meus clientes, partilhando com eles receitas e outras informações pertinentes.
Curiosamente, a Formiga Amiga é neste momento um pouco mais do que isso. Outras pessoas que não conheço pessoalmente passaram a acompanhar o blog e a página e tem sido muito interessante esta partilha quase diária.

Este projecto acaba por ser um prolongamento do que eu sou e, como em tudo na vida, tento manter as coisas simples. Não estou particularmente interessada em conteúdos em massa e certamente que haverá épocas do ano em que não conseguirei dar a atenção desejada ao blog e à página. A única certeza que tenho é que, a passos de formiga, este cantinho se tem tornado cada vez mais especial, pois tem-me permitido juntar algumas das coisas que mais gosto de fazer: fotografar, escrever, cozinhar e, claro, um pouco da minha profissão [designer].

Para o ano que amanhã se inicia, tenho o objectivo de trazer à Formiga Amiga conteúdos cada vez mais saudáveis, que nos ajudem a cuidar de nós e do nosso corpo, pois acredito que se "cozinhar é uma forma de amar os outros" [Mia Couto], alimentarmo-nos bem é uma forma de nos amarmos a nós próprios.

E assim me despeço de 2015... Desejando-vos um excelente e saudável 2016!

Até já.

30.12.15

Risotto de alheira vegetariana

Pode parecer estranho para quem não está habituado a esta ideia das alheiras vegetarianas, mas posso dizer-vos que são muito saborosas e quando abrimos a embalagem cheira mesmo a um enchido de carne. No entanto, poderão fazer esta mesma receita com alheira tradicional ou farinheira.
Alerto para o facto desta alheira ser 100% vegetariana, pelo que a tripa é sintética e não deve ser consumida.


RISOTTO DE ALHEIRA VEGETARIANA
[Rende 2 doses]


Ingredientes:
- 1 alheira vegetariana [usei da marca Eurofumeiro]
- 1 cebola
- 2 dentes de alho
- 30g azeite
- 150g arroz próprio para risotto
- 1 caldo de legumes
- 150g vinho branco
- 330g água
- 1 colher de sopa de manteiga

Preparação:
1. Retire a pele à alheira.
2. Coloque no copo a cebola, os dentes de alho e o azeite e pique 5 seg/ vel. 5. Baixe com a ajuda da espátula o que ficou nas paredes do copo e refogue 4 min/ Varoma/ vel. 1
3. Adicione a alheira e refogue 3 min/ 100º/ vel. 1
4. Adicione o vinho branco, a água, o caldo de legumes e o arroz e programe 9 min/ 100º/ colher inversa/ vel. colher
5. Com a ajuda da espátula, solte o arroz do fundo do copo e rectifique os temperos (se necessário). Programe 9 min/ 100º/ colher inversa/ vel. colher
6. Adicione a manteiga e programe 2 min/ 100º/ colher inversa/ vel. colher. Deixe repousar cerca de 2 minutos e sirva de seguida.


NOTAS DA FORMIGA:
- Poderão encontrar as alheiras vegetarianas da Eurofumeiro no Continente [preço actual: 1,10€].

Índice de Receitas - Revista Bimby nº 62 (01/2016)


ENTRADAS

• Dip de tomate e alho
• Telhas de sementes e molho wasabi

SOPAS

• Creme de abóbora e castanha
• Sopa de grão e linguiça

PRATOS DE PEIXE

• Bacalhau em lascas com crosta de coco e puré de verdes
• Crepes de camarão
• Crepes de salmão
• Pota à americana
• Pudim de pescada
• Robalo no pão com arroz de champanhe e frutos secos
• Rolo de salmão com abacate

PRATOS DE  CARNE

• Cebolas recheadas com arroz e salsicha
• Lombinho en croûte
• Panquecas com bacon e alho-francês
• Peru estufado com feijão preto
• Piza de restos
• Pudim de crepes com bolonhesa e espinafres
• Quiche de presunto e Camembert
• Tarteletes de cogumelos

PRATOS VEGETARIANOS

• Caril de batata-doce
• Penne com pesto de brócolos
• Waffles de batata-doce e tomilho com molho de tomate

BOLOS E SOBREMESAS

• Bolo cigano
• Bolo de noz, cenoura e canela
• Bolo-rei sem glúten
• Crepes de cacau e ovos-moles
• Crepes de farinha de milho com molho de laranja
• Panqueca no forno
• Panquecas de limão com recheio de queijo e framboesa
• Pão de frutos secos e maçã
• Malassadas de batata-doce
• Sopa seca
• Tiramisu de chocolate

27.12.15

A medicina chinesa como cura para as enxaquecas

Desde cedo que sofri deste mal, geralmente associado à menstruação, cujo diagnóstico revelava - de acordo com a medicina convencional - um problema para a vida, sem cura possível. A única solução era tomar medicamentos para apaziguar as dores. 
Julgo que um dos problemas é o facto das enxaquecas ainda serem muitas vezes encaradas como meras dores de cabeça ou, como dizem os brasileiros, uma "frescura" da parte de quem as tem, mas a verdade é que podem ser altamente incapacitantes. A sua frequência pode aumentar gradualmente, passando de episódios esporádicos para crises mensais ou mesmo semanais. 

No meu caso, sempre que começava a ter uma "moinha" na cabeça, já sabia o que se seguia: uma grande indisposição, fortes dores de cabeça e vómitos. O procedimento era invariavelmente o mesmo... Deitar-me no quarto com as luzes apagadas, persiana fechada e porta igualmente fechada para não ouvir nenhum ruído, tomar um comprimido para as dores, tentar descansar e esperar que passasse. É incrível como todos os barulhos que ouvimos durante uma crise de enxaquecas são ampliados de uma forma brutal!

Depressa descobri que a pior ideia possível era tentar sair de casa nesse estado e houve alturas em que cheguei a desesperar por não conseguir ter uma vida normal quando tinha estas crises. Passei a ser dependente de analgésicos como Trifenes, presença obrigatória na minha carteira para que nunca fosse apanhada desprevenida. A gravidade do problema revelava-se em pequenos hábitos como esse. Era psicológico... Eu precisava de saber que andavam sempre comigo pois eram a minha salvação.
Por esta altura a situação já me condicionava tanto ao ponto de, quando me questionaram sobre a minha saúde numa entrevista para o meu primeiro emprego, ter sentido necessidade de referir este problema. Felizmente não foi um entrave, até porque a pessoa em questão não levou muito a sério, e aconteceu apenas uma vez não ter conseguido ir trabalhar de manhã por ter tido uma crise de enquaxecas [que, curiosamente, aconteciam quase sempre ao final da tarde].

Uma vez que estes episódios surgiam em intervalos cada vez menores, fui à médica de família que me aumentou a medicação, receitando uns comprimidos que eram umas verdadeiras bombas [zomig rapimelt]. Um género de comprimidos SOS que derretiam na boca e eram de acção rápida. Os efeitos secundários eram inacreditáveis... Ficava num estado de apatia, com os maxilares cerrados e o pescoço contraído. O meu discurso saía completamente enrolado.

Ao fim de algum tempo, e percebendo que a medicação não só não me curava como me deixava num estado em que não me reconhecia, decidi que era demasiado nova para passar por isto e para andar a tomar este género de comprimidos que mais pareciam drogas. Não aceitava que não houvesse uma alternativa!
Nessa altura, soube através de uma familiar que a medicina chinesa tinha muito bons resultados no que diz respeito ao tratamento destas patologias. Decidi experimentar e ao fim de algumas sessões de acupuntura e Tui Na [as melhores massagens do mundo!], juntamente com fitoterapia [umas gotas naturais que tomava todos os dias], as enxaquecas começaram a abrandar, até que as grandes crises desapareceram. As ligeiras dores de cabeça que tive depois disso resolveram-se facilmente com um ben-u-ron coisa que, antes do tratamento, já tinha deixado de fazer efeito há muito.

Hoje tenho a certeza que a medicina chinesa foi o melhor que me podiam ter apresentado! Depois de encontrar um tratamento natural [e com excelentes resultados] para este problema, passei a ter muito mais qualidade de vida. Só então compreendi como a medicina chinesa pode ser útil no tratamento de muitas outras patologias. Não dói rigorosamente nada e a nossa saúde agradece.

Tenho vindo a descobrir que também a nossa alimentação tem um papel determinante na cura das enxaquecas e falarei sobre isso mais à frente. Para já, se quiserem experimentar a medicina chinesa, comecem por uma consulta com a pessoa mais profissional e simpática que conheço:


26.12.15

Chocolate Chip Cookies

Boas e más notícias para os adeptos de chocolate. Começando pela boa notícia, tenho a dizer-vos que estas são as melhores cookies de chocolate de sempre! Más notícias: são uma pequena bomba calórica e não dá propriamente para comer todos os dias [mas aqui entre nós, também é isso que as torna ainda mais irresistíveis...].


CHOCOLATE CHIP COOKIES
[Rende cerca de 20 bolachas]



Ingredientes:
- 500g chocolate p/ culinária aos pedaços (coloquei 400g = 2 tabletes Nestlé)
- 130g manteiga à temperatura ambiente
- 1 colher de chá de essência de baunilha (pode substituir por aroma de baunilha)
- 80g açúcar amarelo
- 50g açúcar
- 1 ovo
- 150g farinha
- 30g cacau
- 1 colher de chá de bicarbonato de sódio
- 1/2 colher de chá de sal
- 200g pepitas de chocolate (coloquei apenas 100g)

Preparação:
1. Pré-aqueça o forno a 180º
2. Coloque no copo o chocolate e pique 6 seg/vel. 6. Reserve.
3. Coloque no copo a manteiga, a essência de baunilha, os açúcares, o ovo e programe 2 min/ vel. 3
4. Junte a farinha, o cacau, o bicarbonato de sódio, o sal e misture 40 seg/ vel. 4
5. Adicione o chocolate reservado e misture 30 seg/ vel. 2
6. Junte as pepitas e envolva com a ajuda da espátula
7. Com a ajuda de uma colher de gelado, coloque a massa em montinhos num tabuleiro de forno forrado com papel vegetal. Deixe pelo menos 3 cm entre cada montinho. Leve ao forno cerca de 15 minutos.


Deixe arrefecer completamente antes de servir ou guardar num recipiente hermético.


Fonte: Livro Bimby "Massas e Doces"

19.12.15

Workshop "Natal Vegetariano"

Hoje foi dia de mais um workshop com a Isabel, desta vez em versão natalícia. Os pratos escolhidos eram alternativas saudáveis ao tradicional menu de Natal e, como sempre, estava tudo 5 estrelas!



EMENTA

Canja de cogumelos

Tofulhau da Consoada
[por esta altura a fome era tanta que me esqueci de fotografar esta receita]

Arroz sem pato no forno

Cheesecake de amendoim e chocolate

Pudim de romã, chia e côco


Se quiserem saber mais sobre workshops anteriores, podem fazê-lo aqui e aqui.

17.12.15

Pizza versátil

Há já algum tempo que andava para partilhar convosco uma receita de pizza, pois é um bom exemplo de algo que compensa fazer em casa em vez de mandar vir.
Pode ser também uma boa sugestão para o aproveitamento de alguns alimentos que sobram e que por vezes acabam por se estragar: um bocadinho de fiambre ou de queijo, sobras de milho ou mesmo um resto de frango assado que pode ser desfiado para este fim.
E porque uma boa pizza começa logo pela massa, deixo-vos uma base macia e fofa. De todas as que já experimentei, esta é sem dúvida das melhores.


PIZZA VERSÁTIL
[1 tabuleiro de forno = 4 doses]


Ingredientes para a massa:
- 100g água
- 100g leite
- 40g azeite
- meia saqueta de fermipan (fermento de padeiro seco)
- 400g farinha sem fermento
- 1 colher de chá de sal

Ingredientes para o molho de tomate:
- 150g tomate sem pele (ou polpa de tomate)
- uma pitada de açúcar
- 2 dentes de alho
- 15g azeite
- manjericão a gosto
- pimenta q.b.

Ingredientes para o recheio:
- 200g queijo mozzarella ralado
- restantes ingredientes a gosto

Sugestões: bacon, fiambre, frango desfiado, chouriço, presunto, azeitonas, atum, camarão, cogumelos, ananás

Sugestões para pizza vegetariana: pimento, cebola, milho, azeitonas, alcaparras, cogumelos, tomate fresco, tomate seco, brócolos

Preparação da massa:
1. Coloque no copo todos os ingredientes excepto a farinha e o fermento e programe 1 min/ 37º/ vel. 1
2. Junte a farinha e o fermento e misture 20 seg/ vel. 6. Em seguida amasse 2 min/ vel. espiga
3. Coloque a massa num recipiente, tape com película aderente e deixe levedar num local morno (por exemplo, no forno desligado) cerca de 30 minutos ou até dobrar de volume.
4. Corte um retângulo de papel vegetal do tamanho da grelha do forno e estenda a massa com a ajuda do rolo até ficar fininha.

Preparação do molho de tomate:
5. Coloque todos os ingredientes no copo, triture 10 seg/ vel. 6 e em seguida refogue 5 min/ 100º/ vel. 1. Distribua sobre a massa previamente esticada. 

Preparação do recheio:
6. Distribua o queijo ralado sobre o molho de tomate e recheie a gosto. Polvilhe com orégãos e leve ao forno pré-aquecido a 220º cerca de 15 minutos.


Etiquetas para presentes

Uma das vantagens de sermos nós a fazer os presentes é a possibilidade de personalizá-los, o que se tornou ainda mais fácil com o aparecimento de sites que dão uma ajuda na parte do desenho das etiquetas. Seja para sacos ou frascos, tudo o que precisamos está disponível online.

No ano passado recomendei aos meus clientes este site, por ser muito fácil de utilizar:


Este ano a Bimby Portugal também disponibilizou etiquetas e poderão fazer o download das mesmas aqui. No entanto, enquanto que estas estão prontas a imprimir não sendo possível alterá-las, no site alemão da Bimby existe uma aplicação com 10 etiquetas diferentes em que podemos mudar tudo. Apesar de estar em alemão, é muito intuitivo. Fiz duas simulações:



FARBE (cor)
TITEL (título)
BESCHREIBUNG (descrição)
HÖHE ETIKETT (dimensão da etiqueta)

Clicando no botão verde ALS PDF SPEICHERN, as etiquetas ficam prontas a imprimir.


Pessoalmente, de todos os sites que consultei, julgo que o que tem mais variedade é o World Label. Para quem gosta destas coisas, este site é uma perdição! Embora em muitos casos não seja possível personalizar, prepare-se para perder algum tempo a explorar todas as etiquetas disponíveis. Deixo-vos alguns exemplos do que podem encontrar:







Encontrei estas etiquetas neste site que também podem ser úteis:






Disponíveis para download aqui


MUITO IMPORTANTE: Se precisarem de etiquetas para colar, não se esqueçam de imprimir em papel autocolante. Se não tiverem em casa, podem imprimir num centro de cópias.

16.12.15

Os animais sentem [e nós também]


Ontem tive conhecimento que uma amiga havia perdido a sua companheira de 4 patas. Mais de uma década de alegrias e histórias para contar... Aquilo que muitas amizades não duram.
Para quem assiste de fora, a perda de um cão pode simbolizar apenas o desaparecimento de mais um animal de estimação, de entre os muitos que as pessoas que nos rodeiam vão tendo ao longo da vida. Para quem fica sem ele, é praticamente como perder um membro da família ou um amigo. Sim, um amigo. O mais fiel amigo que alguém pode ter.

Ao contrário dos humanos, os quais verbalizam perante dezenas de pessoas que aquela união será "até que a morte os separe" mas se separam por tudo e por nada, os cães assumem naturalmente esse compromisso para connosco no dia em que passam a fazer parte da família. Não importa o nosso emprego, o nosso carro, a forma como nos vestimos ou mesmo a situação financeira. Não interessa, tão pouco, se temos uma casa ou se vivemos na rua [já repararam na cumplicidade entre alguns cães e os donos sem-abrigo?]. Nós passamos a ser a sua matilha e eles estão ali para o que der e vier, nunca nos vão abandonar.

Os cães têm qualquer coisa de fascinante na forma como nos recebem em cada regresso a casa, independentemente de termos saído há uma hora ou há um dia. É genuíno. Ficam genuinamente felizes quando nos vêem e quando estão na nossa companhia.
Sabem como ninguém quando devem (ou não) aproximar-se, quando tivemos um mau dia, se estamos contentes ou se há algo que não está bem. Conhecem-nos como poucos e acompanham os nossos estados de espírito com uma sabedoria impressionante.

Ter um cão é uma constante lição de humildade. Estão sempre prontos para dar tanto e receber tão pouco... Eles simplesmente confiam em nós e não nos julgam. São gratos e generosos.
São também, em muitas ocasiões, a melhor companhia que podemos ter. Sempre bem dispostos, sabem ser felizes com as coisas mais banais e gozam o momento com uma descontração invejável. Para eles o que importa é o aqui e o agora. 

E por tudo isto, abrir a porta de casa e não ter a habitual recepção, ou apenas a alegria da sua presença, é acordar para a triste realidade de que eles partiram e não voltam... Enquanto fazemos o luto, todos os regressos são dolorosos até que a dor comece a suavizar. Não os esquecemos, nunca! Mas habituamo-nos à ideia de que aquela presença é agora uma memória.
Com algum trabalho interior, a ferida aberta no dia em que nos despedimos deles começa lentamente a cicatrizar, podendo com o tempo dar lugar a um espaço vazio pronto a ser preenchido. Não para substituir, pois cada um à sua maneira tem para sempre um lugar especial em nós [todos são insubstituíveis], mas para voltar a ter o previlégio de partilhar o nosso dia-a-dia com um ser tão generoso. E há tantos a precisar... Porque eles sim, estão disponíveis para nos amar incondicionalmente até que a morte nos separe.


Para a Cuca.

14.12.15

Bolo do caco

Se são adeptos do bolo do caco, acreditem que depois de experimentarem fazer em casa, nunca mais vão comprar. Esta receita é fácil e muito boa, podendo ser também uma alternativa ao pão de hambúrguer.


Receita retirada do livro/chave de receitas "Bimby, Na Rota das Descobertas"


BOLO DO CACO
[Rende 8 unidades]


Ingredientes:
- 500g água
- 2 colheres de chá de sal
- 100g batata-doce
- 25g fermento de padeiro fresco [ou cerca de 7g de fermento de padeiro seco]
- 1 dente de alho
- 370g farinha tipo 65

Preparação:
1. Coloque no copo 300g água, 1 colher de chá de sal e a batata-doce e cozinhe 20 min/ 100º/ colher inversa/ vel. colher. Escorra com a ajuda do cesto.
2. Coloque no copo a batata doce e 200g água e misture 10 seg/ vel. 5
3. Adicione o fermento e o alho e triture 5 seg/ vel. 7
4. Adicione a farinha e 1 colher de chá de sal e amasse 2 min/ vel. espiga. Deixe levedar num local morno cerca de 40 minutos ou até a massa dobrar de volume. Retire a massa para uma superfície polvilhada com farinha, molde 8 bolas e espalme ligeiramente. Coloque ao lume uma frigideira e deixe cada porção cozinhar cerca de 4 minutos. Vire e cozinhe mais 4 minutos.
Sirva com manteiga de alho.



NOTAS DA FORMIGA:
- Se não quiser usar todos, poderá congelar alguns depois de cozinhados.
Caso pretenda fazer o bolo do caco ligeiramente maior, poderá dividir a massa em 4 partes.

13.12.15

Caril + Outono

Uma das melhores coisas que me podem oferecer são alimentos biológicos, vindos directamente da quinta de alguém. Para quem mora na cidade e não tem espaço para uma horta, ter acesso a estes produtos a custo zero é praticamente um luxo.

O último "presente" do género que recebi foram batatas biológicas e apeteceu-me gastar parte delas num prato aconchegante neste dia cinzento e de chuva. 
Para o almoço de hoje saiu o caril de lentilhas e batatas, uma opção vegetariana e muito saborosa. A receita está disponível aqui.



10.12.15

Planeamento mensal

Hoje em dia, uma das principais dificuldades das famílias é a organização [ou falta dela]. Pode não parecer muito importante para algumas pessoas porque se habituaram a viver dessa forma, sempre numa correria, sempre com aquela sensação que se estão a esquecer de alguma coisa.
A verdade é que uma vida sem planeamento traz consequências que seriam evitáveis, como por exemplo, esquecermo-nos de alguns compromissos ou eventos [quanto mais não seja, de um aniversário] e não termos tempo para tudo aquilo que precisamos de fazer.

O segredo para colmatar esta falha é introduzir o planeamento no nosso dia-a-dia tornando-o numa rotina. Se não sabe por onde começar, deixe de confiar apenas na sua memória e comece por escrever tudo: os aniversários, os feriados, as consultas, os testes dos filhos, as actividades extracurriculares, os dias em que quer ir ao ginásio e até mesmo os eventos que à partida não vai esquecer, como os jantares com a família ou os amigos. Ao visualizar todos os seus compromissos, compreenderá melhor quais os dias em que tem mais tempo livre para as outras tarefas. Aproveite também para planear as refeições, em vez de chegar a casa sem saber o que fazer. Desta forma conseguirá poupar tempo e dinheiro.

Se é verdade que a agenda em papel foi praticamente substituída pela digital, também há quem não tenha sequer agenda. Faça esta pergunta a si próprio(a): como é que alguém sem agenda pode ser uma pessoa organizada? Se não se imagina a voltar ao papel, tire partido das ferramentas que o mundo digital nos proporciona.

A partir do próximo mês entramos em 2016. Ano novo, vida nova! A Formiga dá uma ajuda... Imprima esta folha e coloque-a mensalmente na porta do frigorífico ou noutro local bem visível e peça a todos os membros da família que escrevam aqui os seus compromissos. Poderá também ser uma ajuda para planear as refeições a longo prazo. Desta forma, conseguirá uma maior envolvência de todos, pois passarão a estar sempre a par dos acontecimentos. Afinal, como diz alguém que eu conheço "o que não está na nossa agenda, não está na nossa vida".